A PERCEPÇÃO SOCIAL DO PROFISSIONAL BIBLIOTECÁRIO: UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA

Gisela Eggert

RESUMO

Explora a percepção social do profissional bibliotecário junto a dois diferentes
segmentos de instrução formal, nível médio e superior. Os informantes
concebem o bibliotecário dentro do "paradigma acervo " -organizador, orientador
e técnico da informação. Com a colaboração dos acadêmicos turma 92/2 Alba
Celina Cardozo, A Itina Catarina Angely Petry., Catarina Galhego Luiz, Cristiane
de Oliveira Pinheiro, Cristiane de Oliveira.Cristine Salum Gomes, Francisco
Faustino da Silveira, Janete Alves, Silvete Rozar, Jefferson César de Noronha,
Jussara Teixeira da Silva, Juventina Teixeira, Kátia Simoni Góes Rabelo, Ketrin
Heloiza Kiegger Mora, LenitaPerês, Heloísa Marques Visalli, Maria Adélia
Albano, Maria Aparecida Luçoli, Maria Cândida Horn, Maria Ermita Pereira,
Maria Lúcia de Miranda, Maria Rosélia Raimundo, Maria Rosilda Schwinden
Brand, Néria Maria de Souza, Patrícia Machado, Tânia DeniseAmboni, ValmiraPerucchi.

Introdução

0 presente artigo tem por objetivo mostrar o desenvolvimento da disciplina
Tópicos Especiais II ofertada em lugar da disciplina EPB II a partir de 1993 e os
resultados de uma pesquisa exploratória acerca do profissional bibliotecário,
como uma das atividades da disciplina.

0 Curso de Biblioteconomia da Universidade do Estado de Santa Catarina,
em consonância com o que estabelece o poder legislativo federal na lei no 8.663
de 14. 06.93, a Resolução no 018 do CONSEPE especifica que deixa de ser
obrigatória a oferta das disciplinas EPB I e EPB II nos cursos oferecidos pela
UDESC, a partir do 2. semestre de 1993. Nesse contexto o Colegiado do Curso de
Biblioteconomia deu a seguinte configuração a essa alteração curricular: - EPB
I (2 créd.) deve ter seu número de créditos incorporados em

TÓPICOS ESPECIAIS I - HISTÓRIA CULTURAL DO BRASIL (2a fase)

Ementa :
A sociedade colonial: Igreja, Senhores e Escravos A emergência da
Sociedade Burguesa: De súditos a homens livres
De escravos a assalariados Os participantes do regime republicano:
representantes e representados
- EPB II (2 créd.) deve ter seu número de créditos incorporados em

TÓPICOS ESPECIAIS II - BIBLIOTECA: CONTEXTO SOCIAL, POLÍTICO E CULTURAL.

A disciplina tópicos especiais objetiva fornecer subsídios históricos e
sociológicos ao aluno para que ele possa melhor compreender a problemática
da informação/biblioteca/profissional bibliotecário na sociedade brasileira. A
disciplina foi oferecida em 94/1, elegendo como norte as inquietações apontadas
pelos próprios alunos observando-se a ementa.

A literatura básica para se compreender e apreender a formação da
sociedade brasileira, foi a obra de Sérgio Buarque de Holanda - Raízes do
Brasil
. Os subsídios para se conhecer o estabelecimento da biblioteconomia e
do profissional bibliotecário no Brasil deu-se através das obras de Edson Nery
Fonseca e Francisco das Chagas Souza.

A formação da sociedade brasileira tem seu início praticamente no
decorrer do século XIX, quando a estrutura senhor vs escravos começa a
ser diluída com a substituição do braço escravo na lavoura por colonizadores
estrangeiros. O Brasil naquele século abre suas portas ao mercado
internacional - abertura dos portos, criação do Banco do Brasil.

As primeiras bibliotecas datam do século XVI, porém a preocupação com
sua organização e administração ocorre com a chegada da Família Real, no
começo do século XIX com a fundação da Biblioteca Nacional anteriormente
denominada Real Bibliotheca e as primeiras bibliotecas públicas (Fonseca,
1992).

A Biblioteconomia como área de estudo e atuação profissional, segundo
Fonseca, 1992:
" começou entre nós, numa fase de intensa re-europeização... os nossos
primeiros bibliotecários tinham de ser influenciados pela Europa, como foram
nossos escritores, artistas e cientistas. A essa constante da cultura brasileira
não escapou - nem poderia escapar - a biblioteconomia. (...) Foram europeus
os primeiros tratados e manuais de biblioteconomia lidos no Brasil."
A biblioteca, a formação do profissional bibliotecário se dá dentro de
um contexto sócio-econômico, político e cultural. A influência européia
diminui na segunda metade do nosso século para dar lugar à hegemonia
americana no que diz respeito ao ensino, organização e administração de
nossas bibliotecas. A influência americana coincide com o atrelamento da
economia brasileira à economia americana. A substituição do modelo europeu
começa em São Paulo com o segundo curso de Biblioteconomia em 1929. A
trajetória da História do Ensino da Biblioteconomia no Brasil é mostrada por
Souza (1990); partindo de antecedentes coloniais até quase final da década de
80, o autor explora minuciosamente a contextualização política, econômica e
educacional em paralelo ao aparecimento e desenvolvimento da
Biblioteconomia brasileira. No que tange ao perfil e papel do bibliotecário são
arroladas seis linhas distintas, mostrando que este profissional historicamente
tem uma formação tecnicista, generalista e operacional.

2. COMO NOSSO BIBLIOTECÁRIO É PERCEBIDO NA ATUALIDADE

A ementa da disciplina Tópicos II oportuniza tratar questões muito
próximas ao contexto das realidades biblioteconômicas brasileira e
catarinense. Assim utilizou-se a obra de Souza (1990) - O ensino da
biblioteconomia no contexto brasileiro
- como base para discussões e
reflexões a respeito da formação e reconhecimento social do bibliotecário em
Santa Catarina. O autor argumenta na obra estudada que: a "população não
conhece biblioteca e bibliotecário". O grupo de alunos dessa disciplina (turma
92/2) mostrou-se inquieto com essa afirmação, o que o levou a campo para
detectar opiniões da população em Florianópolis. Após discussões, o grupo
decidiu por uma busca de dados que pudessem dar-lhe voz de afirmação ou
negação. A pesquisa de caráter buscou verificar junto à população a
existência do (re)conhecimento da profissão do bibliotecário, como ainda
perceber (imagem) construída a respeito deste profissional. Para tal
formularam-se duas questões abertas: 1) Você conhece a profissão de
bibliotecário? 2) Qual a sua visão a respeito deste profissional?

Cada aluno responsabilizou-se em coletar duas entrevistas estruturadas,
onde um informante deveria possuir o nível de instrução média e um outro de
nível superior. A amostra é composta por 50 entrevistados, sendo 24 (48%)
com nível de instrução médio e 26 (52%) com nível de instrução superior. É
preciso lembrar que dentro da categoria nível superior encontram-se quatro
informantes com pós-graduação (FIG. 1).


FIGURA 1 - Informantes de nível médio e superior

Os dados quantitativos da (FIG. 2) referentes à questão: - você conhece o
profissional bibliotecário?; mostram que os informantes conhecem a profissão de
bibliotecário, Ana Brisolin Pinto citada por Souza (1990):
'Os estudantes de primeiro e segundo grau de um modo geral, sabem da existência e já
usaram bibliotecas em oportunidades distintas de sua vida escolar, mas desconhecem em
grande número a atividade do bibliotecário, raramente sabem dizer quais as tarefas que o
bibliotecário desempenha em sua biblioteca. Os estudantes universitários já conhecem mais
sobre biblioteca e bibliotecário, no entanto sempre há aquele entrevistado que diz nunca ter
entrado numa biblioteca e desconhecer as funções do bibliotecário...


FIGURA 2 – Você conhece o profissional bibliotecário?
Porém esse "conhecer" é um tanto quanto vago, à medida que tentam num
esforço incomum lembrar quais as atividades desempenhadas pelo bibliotecário e seu
papel numa unidade de informação ou mais comumente conhecida como biblioteca.

Os depoimentos abaixo vêm ao encontro das palavras da autora e mostram a
fragilidade dos dados quantitativos levantados pelo grupo de alunos:

"Não sei exatamente o que significa, mas penso que é aquela pessoa que
trabalha na biblioteca e fornece informações".
(professora - nível superior)

"Sei que esta profissão existe. Agora, não sei dizer suas atribuições ou qual é
claramente seu papel em uma biblioteca... parece pouco divulgado".
(enfermeira)

"Uma pessoa que trabalha em biblioteca, dando informações sobre a
localização dos livros".
(estudante de nível médio).

Esses depoimentos evidenciam ainda que mesmo junto a uma população
escolarizada, o conhecimento da biblioteca e a construção de um reconhecimento
social da profissão são vagos. A população de modo geral conhece pouco, pois a
biblioteca e o bibliotecário não são prioridades para quem vive à margem da sociedade,
confirmando a afirmação de Souza (1990). Já na década de 70 Vieira (1977) aponta
que:
"Em um país em que grande parcela da população é constituída por analfabetos,
inexplicavelmente a preparação de bibliotecários não aborda, de modo específico, a temática
educacional e nem mesmo é dada ênfase à formação de pessoal especializado na promoção de
programas de educação continuada através de bibliotecas públicas, urbanas ou rurais..."
A formação do bibliotecário brasileiro, num primeiro momento europeizada
e mais tarde americanizada, poderá de certa forma explicar esta distância
historicamente construída entre biblioteca e realidade, apontada por diversos autores
principalmente a partir da década de 80 (Polke, 1983), (Andrade, 1989).

A segunda questão averiguada junto aos informantes foi acerca da imagem que a
sociedade elabora com respeito ao bibliotecário. Uma leitura sistematizada das
respostas obtidas possibilitaram a construção de tabelas segundo o nível de instrução.

TABELA 1: Categorias identificadas na construção da imagem do profissional bibliotecário
pelo informante de nível médio (n = 24)

Categorias
%
Orientador de recursos informacionais 45,8
45,8
Controle de empréstimo
20,8
Domínio técnico (classificação e catalogação)
16,6
Conhecimento cultural amplo
12,5
Organizador de recursos informacionais
12,5
Incentivador da leitura
8,3
Útil à comunidade
4,1
Sintetizador da informação
4,1
Orienta pesquisas
4,1
Importante na continuidade do processo educativo
4,1
Guardião do acervo
4,1
Fornecedor de informações
4,1
Estático / obsoleto
4,1
Difusor cultural
4,1

A tabela 1 mostra duas faces da imagem a respeito do bibliotecário. Por um lado
mostra a modernidade conceituai deste profissional, isto é, seu atributo de orientador
de recursos informacionais:
" Eles devem usar seus conhecimentos e sua posição estratégica, para tentar
interagir na sociedade, de forma a construir uma prática (forma) de leitura, na
qual as pessoas se reeduquem a ler e refletir, e assim, criar o hábito da leitura"
(auxiliar de escritório).

Por outro lado a categoria seguinte mostra um profissional controlador e
tecnicista, aspecto bastante explorado na literatura da área a partir da década
de 80, porém prática norteadora dos bibliotecários brasileiros ainda na atualidade
às portas do novo século. As categorias que se seguem, apontam a idéia de que o
profissional bibliotecário detém um conhecimento cultural amplo, mostrando que os
consultados guardam uma concepção de bibliotecário que está mais próxima ao
século 19 - erudito e eletrizante do que de um profissional do século 20 - gerenciador
da informação. Na concepção de Tarapanoff (1985) "O ensino de graduação da
biblioteconomia, no Brasil, oferece uma formação bastante generalista, sem opção
por áreas de concentração, ou aprimoramento em determinada linha ou aspecto da
Biblioteconomia".
A afirmação da autora leva a crer que a formação do bibliotecário
da atualidade não se ajusta nem ao seu perfil no século 19, nem ao esperado no
século 20.

A tabela 2, a seguir, mostra as categorias percentuais dos informantes com nível
superior. Teoricamente o usuário com nível superior deveria conhecer as atividades
desenvolvidas pelo bibliotecário. Observando os dados porém, para o informante de
nível superior, o bibliotecário é um técnico apto a controlar um acervo bibliográfico.
A leitura dos dados, no entanto, poderá ainda ser interpretadas sob três aspectos: 1)
O usuário com nível superior é mais crítico ao desempenho das atividades realizadas
por aquele profissional 2) O profissional bibliotecário de fato tem como foco a
atividade técnica, abordagem de ensino adotada pelas nossas Escolas de
Biblioteconomia a partir dos anos 30. Parafraseando Vieira, 1977, as regras
bizantinas de catalogação e de classificação são perseguidas como o modelo de
profissional competente. 3) O bibliotecário até o momento não tem investido no seu
próprio marketing profissional para mostrar à sociedade quem é e o que faz. A sua
postura nesse sentido tem sido a de um caramujo. Estudos nessa direção são
prementes ou cristalizar-se-ão afirmações, tais como:
"Imagino que este profissional restringe seu trabalho somente em organizar
todos os materiais da biblioteca, dispondo-os de maneira acessível ao usuário"
(administradora escolar)
TABELA 2: Categorias identificadas na construção da imagem do profissional bibliotecário
pelo informante de nível superior (n = 22).

CATEGORIAS
%
Organizador da informação
45,4
Orientador de recursos informacionais
36,3
Conhecimento cultural amplo
18,2
Domínio técnico (classificação e catalogação)
18,2
Importante na continuidade do processo educativo
9,0
Estático / obsoleto
9,0
Fornecedor de informações
4,5
Incentivador da leitura
4,5
Orienta pesquisas
4,5
Difusor cultural
4,5
Guardião do acervo
4,5
Democratizador da informação
4,5
Alienado
4,5
Controle de empréstimo

Útil à comunidade

Sintetizador da informação


A leitura qualitativa e crítica nas categorias obsoleto/estático, alienado e guardião
de acervo reforçam a imagem de um profissional passivo comprometido com o
passado. Os indicadores evidenciam a premência de uma mudança imbuída de
ousadia para o perfil do bibliotecário do século 21.

Os percentuais indicados pelos informantes com pós-graduação, na tabela 3,
parecem confirmar a hipótese de que este usuário é mais crítico quanto às atividades e
à imagem a respeito do bibliotecário. Os dados só e somente reforçam que a
sociedade percebe o bibliotecário como um profissional com os olhos no passado.

As tabelas com percentuais menores mostram porém, que a imagem do
bibliotecário vem mudando. Isto consta nos itens onde o profissional é apontado como
orientador de recursos informacionais, incentivador do processo da leitura e
importante na continuidade do processo educativo.

" É preciso formar pessoas que saibam trabalhar com a Biblioteca no
contexto do ensino. A importância do bibliotecário está justamente em se
estabelecer uma nova relação do aluno com a cultura e o conhecimento,
proporcionando a democratização da informação" (prof* 1a 2a graus - nível
superior)

TABELA 3: Categorias identificadas na construção da imagem do profissional bibliotecário
pelo informante de nível superior pós-graduado (n = 4)1.

CATEGORIAS
%
Conhecimento cultural amplo
75,0
Domínio técnico (classificação e catalogação
50,0
Orientador de recursos informacionais
25,0
Organizador da informação
25,0
Útil à comunidade

Importante na continuidade do processo

Incentivador da leitura

Orienta pesquisas

Difusor cultural

Estático / obsoleto

Guardião do acervo

Sintetizador da informação

Democratizador da informação

Controle de empréstimo

Fornecedor de informações

Alienado


3. A CONSTRUÇÃO DE UM PROFISSIONAL PARA O PRÓXIMO SÉCULO

O currículo-base para a formação profissional do bibliotecário brasileiro ao longo
de sua história sofreu apenas duas reformulações desde a regulamentação da profissão
no Brasil. A mudança de currículo ocorreu em nível adaptativo, isto é, as mudanças
objetivavam apenas o presente( aqui e agora), que no século XX rapidamente
transformam-se em passado.

O novo currículo mínimo aprovado em 1982 e implementado a partir de 84 estava calcado
sob antigos padrões da Biblioteconomia, com ênfase num conteúdo absoluto e intocável,
crença no conhecimento livresco e uso de pensamento analítico e linear. O ensino do uso de
novas tecnologias (computador, bancos de dados...) entendidas como instrumentos de redenção
à categoria profissional em formação, caíram no "paradigma acervo", ignorando o "paradigma da
informação" que se estabeleceu mundialmente após a segunda guerra (Tálamo, 1995). As
novas idéias e tecnologias enquadradas num paradigma antigo.

A primeira reformulação ocorreu com um intervalo de mais de 20 anos; a segunda começou
a ser discutida a partir dos anos 90 e a terceira agora, num intervalo menor. Será essa também
uma mudança adaptativa? A resposta é sim se o corpo docente dos cursos não tomar ciência do
"paradigma da informação" no ensino da Biblioteconomia e Ciência da Informação. Tomar
o " paradigma da informação" e colocá-lo em prática no ensino da Biblioteconomia significa
uma mudança corretiva, isto é o abandono do 'paradigma acervo". Nessa abordagem a ênfase
está em se aprender a fazer as perguntas certas, estar aberto a novos conhecimentos, onde o
conhecimento teórico e abstrato é continuamente complementado por experimentos, viagens
de estudo, treinamento em empresas, laboratórios, visitas a especialistas... As novas tecnologias
não são salvacionistas, mas instrumentos facilitadores entre profissionais bibliotecários,
especialistas em informação e usuários. A disciplina Tópicos Especiais, nesse sentido, tem
compromisso com o próximo século situando, o aluno no contexto histórico, político e
cultural do "paradigma informação".

NOTAS

1 As categorias deste grupo de informantes certamente ficaram prejudicadas em função do baixo
numero de respostas

BIBLIOGRAFIA

ANDRADE, Ana Maria Cardoso. Um novo contexto da informação popular os centros de
documentação e comunicação.
São Paulo, 1989. Tese (Doutorado em Ciências da
Comunicação) - Escola de Comunicações e Artes/USP.
FONSECA, Edson Nery. Introdução à biblioteconomia. São Paulo : Pioneira, 1992.
HOLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil. 21. ed. Rio de Janeiro : Civilização
Brasileira, 1991.
POLKE, Ana Maria Athayde. Ensino de biblioteconomia: manutenção ou mudança? R. Esc.
Bibliotecon. UFMG,
v. 12, n. 1, p. 13 - 29, mar. 1983.
SOUZA, Francisco das Chagas. O ensino da biblioteconomia no contexto brasileiro.
Florianópolis : UFSC, 1990.
TÁLAMO, Maria de Fátima Gonçalves Moreira. Formulação de projeto pedagógico: a
experiência do curso de biblioteconomia da ECA/USP 1995. (no prelo).
TARANPANOFF, K. Aspectos da pós-graduação em biblioteconomia, documentação e
ciência da informação.In: CONGRESSO NACIONAL DE BIBLIOTECÁRIOS,
ARQUIVISTAS E DOCUMENTALISTAS, Porto, Portugal, 1985. Actas. A informação
em tempo de mudança. Porto, 1985.
VIEIRA, Anna da Soledade. A pós-graduação em biblioteconomia e a formação de uma
liderança nacional. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, v. 6, n. 2, p. 1977.

Gisela Eggert

Professora do Curso de Biblioteconomia - Universidade do Estado de Santa Catarina

Rev. ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 1, n.1, p. 33-43, 1996.


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Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis (Brasil) - ISSN 1414-0594

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