Contos de fadas também é coisa de gente grande: aplicabilidade terapêutica de histórias infantis para adultos

Autores

  • Carla Sousa
  • Clarice Fortkamp Caldin Universidade Federal de Santa Catarina

Palavras-chave:

Biblioterapia. Contos de fadas. Catarse. Identificação. Introspecção.

Resumo

Aborda o conceito de Biblioterapia e a aplicabilidade de histórias infantis com fins terapêuticos para os adultos. Destaca as origens e as características dos contos de fadas. Apresenta o contexto histórico do surgimento da infância. Defende que tais histórias, tidas hoje como infantis, foram feitas inicialmente para um público vasto que incluía crianças, jovens e adultos. Mostra a relação entre mito e conto de fadas. Aponta os aspectos terapêuticos presentes nos contos de fadas, ou seja, a catarse, a identificação e a introspecção. Analisa tais aspectos relacionando-os às possíveis  influências que podem ter na vida de um adulto. Conclui que os contos de fadas podem ser utilizados em atividades biblioterapêuticas que tenham como público-alvo os adultos.

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Biografia do Autor

Carla Sousa

Mestre em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina

Clarice Fortkamp Caldin, Universidade Federal de Santa Catarina

Doutora em Literatura.  Professora do Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal  de  Santa  Catarina (PGCIN/UFSC)

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Publicado

2017-12-29

Como Citar

Sousa, C., & Caldin, C. F. (2017). Contos de fadas também é coisa de gente grande: aplicabilidade terapêutica de histórias infantis para adultos. Revista ACB, 22(3), 548–563. Recuperado de https://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/1403