Bibliotecas sin colecciones

movimientos neoconservadores y la persecución de los libros

Autores/as

Palabras clave:

Educación, Escuela no partidista, Censura, Biblioteconomía crítica

Resumen

Introducción: El neoliberalismo actual fomenta el surgimiento de movimientos neoconservadores, como el movimiento «Escuela sin Partidos», que, mediante una intensa actividad mediática y parlamentaria, buscan controlar el debate educativo vigente. Estos movimientos imponen un estado de vigilancia y denuncia, con el objetivo de restringir las prácticas docentes y perseguir materiales didácticos y literarios que no se ajustan a su visión del mundo. 

Objetivo: Este artículo investiga la relación entre estos grupos neoconservadores y su posible repercusión en la persecución de títulos de libros en bibliotecas nacionales, identifica los temas más censurados y las estrategias empleadas por estos grupos. 

Metodología: Se trata de una investigación bibliográfica, de carácter documental y con enfoque cualitativo, que analiza artículos periodísticos sobre censura en bibliotecas publicados entre 2013 y 2023 en el portal G1, con un corpus de 32 artículos. Posteriormente, se realizó un análisis de contenido para analizar los casos encontrados. 

Resultados: Entre los diez episodios encontrados, se reportaron persecuciones de libros de texto y literatura distribuida en diversas ciudades de Brasil. Esta censura fue promovida por la revuelta de padres de familia o por el poder público; en todos los casos, los materiales censurados abordaban temas como la diversidad de orientación sexual, el cuestionamiento del modelo universal de familia heteronormativa o la denuncia de la violencia perpetrada durante la dictadura de 1964. 

Conclusiones: Tras analizar los datos, se considera que los movimientos neoconservadores influyen en la censura de materiales bibliográficos, especialmente el movimiento "Escuela sin Partidos", al influir en la organización de actos de persecución y en propuestas de leyes que permiten la censura en el ámbito escolar. Asimismo, se concluye que es responsabilidad de los profesionales de la educación y la información resistir en defensa de un entorno escolar libre.

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Biografía del autor/a

Diego Monsani, Instituto Federal Catarinense Campus Avançado Sombrio

Possui graduação em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2009) e Mestrado em Gestão de Unidades de Informação pela UDESC (2016). Atualmente doutorando em Educação na linha de pesquisa: Educação, Linguagem e Memória pela Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC. Participa do Grupo de pesquisa LITTERA Correlações entre cultura, processamento e ensino: a linguagem em foco desde 2024. Atualmente é bibliotecário do Instituto Federal Catarinense Campus Avançado Sombrio , atuando principalmente nos seguintes temas: gamificação, profissional da informação, educação de usuários e mediação da leitura.

Jéssica Vicência das Chagas Machado, Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)

Doutoranda em Educação com bolsa Capes pelo Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade do Extremo Sul Catarinense - Unesc e Mestra em Educação com bolsa FUMDES pelo mesmo programa. Especialista em Gestão Administrativa e Processos Organizacionais na Educação Superior e em Direito Educacional, com experiência na área de Educação e Gestão desde 2009, com ênfase em gestão pedagógica e processos educacionais, identidade étnico-racial na educação, narrativas e literatura - em especial as de temática africana e afro-brasileira. Professora efetiva da Prefeitura Municipal de Criciúma, atuando como Auxiliar de Direção. Pesquisadora integrante do GEFOCS - Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação, Formação Cultural e Sociedade e do NEABI/UNESC.

Giani Rabelo, Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)

Pós-doutorado na Universidade de Lisboa (Instituto de Educação) e Universidade do Estado de Santa Catarina (Faculdade de Educação); Doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2008); Mestre em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (1997); Especialista em Serviço Social (1992) pela Universidade Federal de Santa Catarina e Graduada em Serviço Social pela Fundação Educacional do Sul de Santa Catarina (1986). Professora titular da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), desde 1996. Professora permanente dos Programas de Pós-Graduação em Educação (PPGE) e Desenvolvimento Sócioeconômico (PPGDS) e professora do Curso de Pedagogia.

Ricardo Luiz de Bittencourt, Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC)

Possui Doutorado em Educação (2008) e Mestrado em Educação (1998) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É licenciado em Pedagogia pela União das Faculdades de Criciúma (1992) e Filosofia pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci (2014). Na rede pública estadual atua na EEB Engenheiro Sebastião Toledo dos Santos como docente no Curso de Magistério. É professor no curso de Pedagogia desde 1994 atuando nas disciplinas de Pedagogia e Profissão Docente, Didática e Psicologia da Aprendizagem. Atua como professor permanente no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE). 



Citas

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Publicado

2025-12-12

Cómo citar

MONSANI, D.; VICÊNCIA DAS CHAGAS MACHADO, J.; GIANI RABELO; LUIZ DE BITTENCOURT, R. Bibliotecas sin colecciones: movimientos neoconservadores y la persecución de los libros. Revista ACB, Florianópolis, v. 30, n. 1, 2025. Disponível em: https://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/2204. Acesso em: 9 may. 2026.